Olá,
Para continuar tendo a honra de sua visita, informo que este blog agora é uma categoria do blog www.comofoioseudia.wordpress.com
Dá uma passadinha lá e confira estes textos e muito mais!
Abraço,
Lajana Quelle
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Hoje me lembrei da minha adolescência, de quando eu tomava banho de chuva e adorava sair de casa! Lembrei que tudo era mais intenso e que pequenas coisas tinham um valor enorme. A vida era mais leve e eu ambiciava coisas mais fáceis (como controlar os meus fios rebeldes!) ao invés de uma casa, um carro e um marido perfeito! (Risos…) Bom, o último, parece que encontrei ou, pelo menos, ele tenta e isso já é muito bom!
Fiquei pensando em como a gente muda, passamos a nos preocupar com besteiras e perdemos o melhor da vida… os banhos de chuva… Parece que por mais que você tente, não consegue relaxar tanto o quanto precisa e fica sempre à espera daquilo que já encontrou um dia.
Às vezes, assisto alguns filmes em que há personagens super tranquilos, que parecem estar sempre de bem com a vida. Tudo pra eles é tão fácil, tudo é prazeroso, é motivo pra rir e brincar. Eu queria ser assim. Talvez existam pessoas assim que consigam levar a vida sem estresse e consigam rir dela o tempo todo. O problema é que o tempo passa tão rápido e você sente que ainda não saiu do lugar, daquele mesmo lugar dos seus 15 anos! Dá um medo… vontade de sair correndo atrás daquilo que esqueceu pelo caminho…
Bem, a essa altura você já deve estar me analisando com base em alguma teoria de Freud ou, talvez, chegou até aqui porque se identifica com alguma coisa nesse texto. Mas a grande questão é: eu não tenho a resposta! E não preciso dela, não quero. Portanto, se você realmente se identificou comigo conforme-se com o fato de que somos da mesma espécie! (Risos…)
Preciso ir agora…
Tire uma boa noite de sono e acorde cheio de planos! Pensando bem, acho que é essa a resposta: ACORDE e tome um banho de chuva!
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Hoje é o dia de comer um prato especial;
Dia de usar roupa nova, de lavar o carro e arrumar o guarda-roupa!
Hoje é o dia de fazer as compras, de usar uma lingerie bonita, de sair pra jantar em um lugar bacana…
Dia de mudar de casa, de rua, de bairrro, de cidade!!
Dia de reunir os amigos, festejar o aniversário, o Ano Novo, o Natal, o São João!
Festejar a casa nova, a casa velha, a pintura nova, melhor: é dia de pintar a casa!!
Dia de usar cores alegres, de mudar de cores, de colorir desenhos e a caixa de e-mails;
Dia de visitar o melhor amigo, a irmã, o cunhado, os pais… o inimigo.
Hoje quero escutar aquela música, assistir àquele filme e dançar o som em minha mente…
Quero beijar de olhos fechados e sentir o sabor da felicidade;
Quero suspirar de satisfação, chorar por pura emoção!
Quero sentir aquela alegria incontrolável que é grande demais, forte demais pra conseguir expressar metodicamente;
Aquela que transborda em lágrimas no altar, diante do bebê na sala de parto…
Aquela quando ganhamos o presente esperado, ou um chocolate!!! Huuuuummmmmmmmmm…
Hoje é dia de chutar o balde, o pau da barraca, dia de dizer o que não foi dito, consertar os erros,
Protestar contra as injustiças;
Hoje é dia de pedir desculpas, de presentear e fazer lindas declarações de amor!
Mas acima de tudo, hoje é o SEU dia, portanto, faça o que quiser fazer, contanto que viva!!
“Só existem dois dias no ano em que nada pode ser feito. Um se chama ontem e o outro se chama amanhã, portanto hoje é o dia certo para amar, acreditar, fazer e principalmente viver.” (Dalai Lama)
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Os tempos mudam e com eles os problemas da humanidade ganham novo perfil. O homem muda, cresce e sofistica-se dando uma cara nova a tudo o que existe. Algumas coisas ficam mais fáceis, outras mais difíceis; problemas são solucionados e outros são criados. As doenças mudam! Tem-se observado o aumento de doenças crônico-degenerativas como diabetes e hipertensão por todo o mundo.
Eu fico pensando como anda a cabeça das pessoas nessa virada de hábitos e costumes, problemas e soluções. O mundo exige cada vez mais de nós e percebo que a doença do momento vai muito além daquilo que a medicina pode curar ou controlar. Já percebeu quantas pessoas à sua volta, na televisão ou no trabalho têm perdido o estímulo pra vida, abandonado tudo e desistido de ser feliz? Aumentam os números de suicídios e casos de depressão. Mas não se ouve falar de campanhas contra essa doença e o manual de prevenção contra o suicício eu encontrei perdido na internet em meio às minhas reflexões. Será que estar bem consigo mesmo, sentir-se feliz e satisfeito não é tão importante quanto manter a pressão arterial controlada? Ou o fato de que suicidas e deprimidos não custam muito para o governo os faz insignificantes a ponto de passarem os dias sem serem notados até que apareçam nos jornais locais?
É tempo de olhar para a alma e não apenas para o corpo; é tempo de pensar que emoções não é coisa de gente sentimental é coisa de ser humano que se estressa, se entristece e se mata.
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Recebi um selo hoje:
Fiquei pensando: O que significa ser uma mulher bem resolvida?
Mulheres são confusas por natureza, querem sonho e realidade, amor e príncipe, perfeição e liberdade.
Mulheres choram por amor, amam chorar e choram sorrisos com as amigas!
Mulheres brigam quando querem atenção, correm quando querem ficar.
Gostam de ser Mulheres e querem ser Bem resolvidas!!
Mulheres que se resolvem são as que correm atrás do que querem, mesmo sem muitas certezas, porque, afinal, toda mulher quer ser feliz!
Uma mulher bem resolvida sabe priorizar o que é importante; sabe que as pessoas valem mais do que as coisas e que perfeição nem sempre é um bom negócio.
Mulheres bem resolvidas, sabem que a família é o início de tudo e que o amor é o alicerce para realizar os sonhos!
Sabem que as lágrimas podem ser colhidas e que fragilidade não significa fraqueza.
Mulheres bem resolvidas lutam, não para serem perfeitas mas pra serem fortes.
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Ainda me lembro da expressão intensa no rosto da menina: “Papai, por que não ensina a mamãe a dançar?” O filme “Shall We Dance?” – Dança comigo?, do diretor Peter Chelson, fala da vida de um homem que, tendo perdido o interesse por seu casamento, apesar de amar sua mulher, decide aprender a dançar. Em meio às suas aulas e com a influência de sua empolgante professora, descobre-se vivo novamente, desperta ciúmes em sua esposa e traz à tona a crise que estavam vivendo. Após abandonar as aulas, fato que não resolveu os seus problemas, ouve de sua filha a proposta para que ensine sua mulher a dançar.
Quantos são os relacionamentos que perdem o brilho e vivenciam situções como essas, não? Dúvidas, medos, insatisfações, tudo fica guardado em um lugar escondido, difícil de ser alcançado pelo outro. A ausência de diálogo, que diversas vezes tem a intenção de não machucar, acaba por piorar as coisas, uma vez que só aumenta o abismo entre os dois e diminui a habilidade de comunicação.
Seria maravilhoso, então, se apenas ensinar o outro a dançar fosse o bastante, não é mesmo? Se ao menos houvesse o convite de uma das partes, talvez pudesse dar certo; quem sabe um rítmo quente despertasse os desejos adormecidos ou uma melodia delicada trouxesse de volta a sensibilidade. No entanto, as coisas não são tão simples assim. Para tudo na vida é necessário um primeiro passo mas, este é tão rejeitado que fica difícil começar a dança.
Bom, mas vamos pensar sobre dança: penso que relacionar-se com alguém é justamente aprender a dançar com ele, conhecer o seu corpo, o seu rítmo e seus estilos prediletos. Amar é dançar com harmonia como um só corpo ou uma “alma em dois corpos”, como diz Aristóteles sobre os amigos. Ou não falamos de amizade em relacionamentos amorosos? Será possível amar sem ser amigo?
Amigo é o que confia ao invés de julgar, ouve e não apenas fala. Amigo é aquele que investe no outro, que se preocupa e gosta de passar tempo junto; ele conhece e reconhece o amigo todos os dias. Ser amigos é ter uma alma em dois corpos, ser amante é ser um com o outro. Ser amante é ser amigo, que conhece os passos pra sempre acompanhá-lo, conhece o rítmo pra confiar no seu tempo. O amante conhece o corpo e o sustenta quando for preciso.
Talvez seja mesmo importante, então, ensinar e aprender a dançar, conhecer o par e fazer bonito na pista que os espera pela frente. Não vamos ter medo das quedas, o importante é ajudar a levantar. É isso o que os amigos fazem, que os amantes fazem; são uma única alma em dois corpos, são um único corpo a dançar.
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Um novo ano… novos planos. Algumas coisas queremos mudar depois do reveillon. Eu quero ter mais tempo pra fazer as coisas que gosto, tempo pra escrever! Quero viajar, quero os dias claros, praia, chuva de verão! Claro, que sem desastres em lugar algum, mas eu queria chuva, queria alívio pra o corpo e pra mente. Queria jogar tudo para o alto, e correr pra água! Queria fugir, “pra um lugar comum, um lugar qualquer”.
Há muitas coisas que eu deveria estar fazendo nessas férias, coisas que não tive tempo de fazer durante o ano mas, a minha vontade mesmo é me deitar na areia e ouvir o som das ondas, nada mais… Férias! Que palavra gostosa, não? Não queria que durasse pra sempre, mas também nao queria que acabasse tão depressa… Sabe de uma coisa, vamos parar com esse papo de acabar, o que acha? É claro que você concordaria comigo!
Vamos fazer com que sejam eternos os momentos de prazer, vamos trazer o prazer a todos os nossos momentos! Vamos fechar os olhos e sentir o que temos e não apenas sonhar com o que não temos. Melhor, o que você quer? Vamos fazer acontecer? Que tal uma música perfeita pra começar? Aquela música que te faz sentir a vida, sentir a alma, visualizar os sonhos e as imagens mais belas. Aquela que te faz ter vontade de viver.
Agora, aquele banho… Huuuum! Aquele banho que recarrega as energias, que leva embora a sujeira dos trancos e barrancos e limpa os ferimentos. A roupa. A roupa tem que te deixar livre, tem que ser você, o calçado tem que ser firme, te dar resistência pra longas caminhadas.
Ah, e não esqueça de dançar!! Dançar muito, pois quando a gente dança, a vida toda parece uma festa e dá mais vontade de caminhar. Ame. Ame a todos, ame a você. Ame o dia, a noite, ame você. Ame o momento, o futuro, o passado… Ame você. Agradeça porque a vida te fez alguém que deseja estar bem, que anseia por aproveitar cada segundo como o mais precioso dos bens.
Sabe, eu sinto que teremos um ótimo ano e você? Vamos caminhar então e a gente se bate por aí, quando menos esperarmos, quando o segundo for o nosso momento único e a gente tiver tempo, então, pra perceber um olhar diferente na rua!
Um ótimo 2009 pra você!
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No primeiro dia de aula, o professor, entusiasmado, começa uma dinâmica com a turma com a intenção de mostrar a importância de falarmos de nós mesmos, refletir sobre quem somos e dar à sociedade uma imagem própria sobre a nossa pessoa. A dinâmica consistia em visualizarmos em um pequeno espelho, além de nossa aparência física, o que poderíamos dizer de nós mesmos. Logo, um visível desconforto tomou conta da turma e os olhares se trocavam procurando qualquer reação que parecesse um início. O professor começou… Falou sobre algumas qualidades suas, relação com a família, profissão e outras coisas.
Não gostei da dinâmica. Falar de mim? Não sabia o que dizer… O mais interessante é que eu vivo pensando em mim, em quem sou, no porquê de minhas escolhas e opiniões. Imagino-me conversando com outras pessoas a falar de mim, fazendo-os entender quem sou e o que penso. Contudo, não conseguia imaginar o que dizer àquela tarde; talvez, porque eu tivesse uma visão bem diferente do que deveria dizer. Não queria falar do que faço, das pessoas que tenho ou qualidades que admiro e busco pra mim. Tudo isso já é conhecido, é o que eu quero mostrar ou ser, é apenas o que tenho coragem de dizer e nada mais.
Queria falar de mim. Queria falar sobre aquela que ninguém mais conhece além de mim. Queria fazer conhecida, não aquela imagem refletida no pequeno espelho, mas a mulher que vejo no espelho do meu quarto, a quem dou bom dia e um sorriso sincero; em quem eu confio que vai me fazer muito feliz e realizar todos os meus sonhos! Gostaria de apresentar ao mundo, não a pessoa que quero ser, mas a pessoa que sou e gostaria, ou não, de mudar. Queria falar dos meus erros, das coisas feias e não apenas das belas; queria por pra fora os meus medos e revelar as virtudes que não tenho coragem de expor, por medo de me acharem certinha demais ou coisa assim! (Risos…) Parece tão contraditória a sociedade em que vivemos, onde temos medo de agir certo para não sermos errados!
Bom, mas a realidade é que a dinâmica se seguiu, corajosos falaram do amor por seus familiares e por Deus, alguns arriscaram falar um pouco sobre o que acham que os outros pensam de si. Belos e breves discursos… Apesar de tudo, nada do que eles disseram foi novo pra mim, não houve acréscimo algum nas informações que eu já tinha sobre cada um deles e eu continuo sem conhecer os meus colegas.
Não que eles devessem derramar os seus corações diante de todos naquela sala, não que eu estivesse certa e os outros errados, nada disso, afinal, era só uma dinâmica, dessas que a gente “sofre” ou vive em todo início de semestre. Resolvi escrever sobre isso porque foi um fato que fez diferença pra mim, que me fez refletir a minha ação de ter dito coisas demais, pra pessoas demais e sem demais finalidades se não fosse a minha enorme disposição para pagar micos! (Risos…) Foi isso mesmo! Falei uma porção de coisas desnecessárias e, é provável que além dos muitos olhares desnecessários eu também tenha despertado algumas idéias bem desnecessárias sobre a minha pessoa!
Bom, o texto ficou grande demais e você não tem mais tempo pra ler isso, não é mesmo? Então é melhor eu encerrar por aqui e deixar o restante com você: é incrível como a maneira de encarar os nossos vexames muda com o tempo, não? Ou a sua maneira ainda não mudou? Acho que eu progredi, já que em minha infância eu guardaria esse evento sob sete chaves, no entanto, hoje estou aqui, te contando em primeira mão apenas “um” dos meus devaneios diários!
Publicado em Pontos Comuns | Etiquetado constrangido, constrangimento, mico, vergonha, vexame | 1 Comentário »
Há poucas coisas tão belas quanto a destreza de um perito em sua arte. A habilidade de um marceneiro, a criatividade de um compositor, a paciência de um professor são características que nos pasmam e nos seduzem às mesmas práticas. É uma pena que sem o dom, tudo fica mais difícil e a prática, então, não é tão bela assim! Mas a gente tenta, se esforça, mexe pra lá, quebra, mexe pra lá, rasga, puxa, estica e… pronto! Aí está a arte de um futuro perito, que muito tem a puxar e a mexer e a esticar até que saia alguma coisa.
Bom, mas vale a pena o sacrifício e, assim, a cada dia, tentamos ser o que sonhamos neste palco de incertezas que vivemos: a vida! E o pior, ou melhor, depende da perícia ou peripécia, é que ela nos dá vez! A gente erra, paga, chora, aprende; mas sempre há uma nova oportunidade de errar! É incrível, não? Todos os dias nos deparamos com um novo amanhecer, uma outra chance de nos tornar peritos naquilo que tanto desejamos ser: felizes!
Mas será que tem graça tal especialidade? Quem é feliz o tempo todo não tem nada pra aprender;
E uma vida sem gafes não dá motivos pra rir:

Pra sentir vergonha:

Ou a carícia de uma lágrima…

Uma vida sem imprevistos não nos dá emoções;
Não tem o prazer de um banho de chuva!

E diminui a chance de um dia de folga!

Uma vida sem riscos não nos dá a chance de viver um grande amor,

E uma vida sem amor… não é vida,

é tristeza sem fim…
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Quem não gosta de relaxar numa noite chuvosa diante da TV com uma enorme tigela de pipoca nos braços para assistir a um bom filme? Que seja um bem adocicado para aqueles que se deliciam nas belas cenas românticas do cinema, um exemplar hilariante para os que gostam de se entregar às gargalhadas, ou um ótimo suspense para os que adoram sentir aquele friozinho na espinha ao ouvir aquela música fatal! A verdade é que o cinema, seja numa tela grande ou pequena, constitui uma das mais incríveis invenções humanas.
Mas por que tanto fascínio? Será pela simples possibilidade de reproduzir na tela, imagens de pessoas e coisas reais, ainda que em situações fictícias? Atrevo-me a afirmar que gostamos todos do cinema porque ele não apenas reproduz as nossas vidas, mas também, muitas vezes, representa os nossos sonhos.
Como é gostoso ver na tela a casa magnífica que queríamos e nos imaginar no lugar da protagonista do fime a mergulhar em sua enorme piscina azul! Como é esperançoso ver a estória do homem que começa vendendo cachorros-quentes e se torna um importante milionário; ou a vida da mulher que tanto sofre em sua solidão mas encontra um final feliz ao lado do homem perfeito! No fim de tudo somos a criança que assiste com os olhinhos sedentos à vida de super herói que quer ter pra si.
Fato bastante intrigante é que os sonhos mudam, os medos e conflitos mudam e, com eles, o cinema também muda o seu enredo. As famílias mudaram, os relacionamentos mudaram, as crianças mudaram, o planeta mudou! As crianças tem outros desejos, bem diferentes dos de serem meros super heróis de mentira… E o cinema ganha outro enredo, mais arriscado e sem tantos princípios…
De repente, olhamos pra tela e não vemos mais o que queremos ser, e sim, o que antes achávamos que precisávamos ter. Vemos na tela o retrato de uma sociedade que desejou “tanto” que não sabe mais o que quer. Olhamos para os personagens de um filme qualquer e demoramos em nos reconhecer dentro das estórias que criamos mas vemos pela primeira vez.
Talvez, fosse de bastante utilidade rever as cenas, analisar com calma o escrípite que ainda não foi gravado, e pensar se esse é o final que queremos, se este enredo nos leva mesmo a um final feliz. Refletir se essa nova concepção de família produz os mesmos frutos que a de antigamente; se a banalidade sexual é capaz de trazer satisfação ao homem insaciável; se a violência é o melhor instrumento para conseguir o que se quer e se o consumo predatório dos bens naturais trará algum progresso.
Sei que muitos ao lerem esse texto, pensarão em mim como uma pessoa meramente conservadora, contudo, minha intenção não é a de conservar tradições, mas a de buscar um bem estar que pode sim se encontrar perdido no passado. Por que não? Por que tanto preconceito com o passado? Será o homem incapaz de olhar para trás e consertar os seus erros? Se assim for, lamento por concluir que a raça humana se encontra muito mais atrasada do que pensávamos…
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